Com o uso da tecnologia, agricultor produz mais e melhor

28 de julho de 2019 4 mins. de leitura
Tratores mais modernos, aplicativos, drones, robôs e avanços nas picapes se juntam para que o Brasil continue dando saltos de produtividade

Se contasse apenas com o clima e a geografia privilegiadas do País, o agricultor brasileiro estaria meio século atrasado. Esses fatores são aliados importantes, mas, sozinhos, não fariam com que o Brasil ocupasse o posto de segundo maior produtor de alimentos do planeta. O salto só foi possível graças à incorporação intensiva da tecnologia na produção.

Há 50 anos, apenas 2% dos produtores rurais do Brasil possuíam alguma máquina do lado de dentro da porteira. Uma pesquisa feita em 2017 pela Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP) constatou que 67% das propriedades agrícolas do País já utilizavam algum tipo de tecnologia.

Com esse auxílio tecnológico, entre 1975 e 2017, a produção nacional de grãos saltou de 38 milhões para 236 milhões de toneladas. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estima que, em 2027, a produção de grãos vai superar os 290 milhões de toneladas.

Novas tecnologias

Para chegar lá, o agricultor já conta com tecnologias que irão dar tração a esse próximo salto de produtividade. Os tratores evoluíram muito. Com tecnologia disponível no painel, o produtor colhe dados sobre solo, qualidade dos grãos, volume de insumos aplicados e produtividade. E, por meio de aplicativos, ele tem acesso às condições meteorológicas, planeja a safra, identifica pragas, faz a gestão da propriedade. Outra tecnologia que veio para ficar é a dos drones. O uso dessas aeronaves permite monitoramento em tempo real e sensoriamento remoto acessível.

Em 2017, 67% das propriedades agrícolas do País já utilizavam algum tipo de tecnologia na atividade rural

Os avanços também abrangem o transporte no campo. Para percorrer a lavoura, hoje o agricultor conta com veículos capazes de encarar qualquer tipo e condição de terreno. O sistema 4Motion da picape Amarok V6, por exemplo, propicia uma distribuição de força controlada eletronicamente, não exigindo a mudança manual de 4×2 para 4×4. “Eu não preciso fazer nada, só acelero e chego a qualquer canto”, diz Mateus Eduardo de Siqueira Paese, produtor que toca duas propriedades em Diamantino (MT). “Ter esse tipo de sistema sem nenhuma alavanca ou botão é uma preocupação a menos para o agricultor. Ele não precisa tirar a mão do volante”, afirma Rodrigo Lombardi, gerente de Comerciais Leves da Volkswagen.

O executivo ressalta também que a picape, com 225 cavalos e câmbio automático de oito velocidades, tem um chassi com feixes de mola posicionados para fora, oferecendo mais espaço interno e estabilidade. Isso proporciona conforto ao agricultor e evita que a picape perca o controle numa situação de mudança repentina de rota. “A impressão é de que estou dirigindo um carro de passeio”, comenta o produtor Paese.

“Eu não preciso fazer nada, só acelero e chego a qualquer canto”, diz o produtor Mateus Eduardo de Siqueira Paese

Outro ponto destacado por Lombardi é o sistema de frenagem. Nas versões V6, os freios são a discos nas quatro rodas. Combinados com o sistema off-road, evitam o travamento das rodas em terrenos irregulares. Há ainda sistemas que, em situação de chuva, aproximam as pinças dos freios aos discos, fazendo com que permaneçam sempre secos.

A Amarok conta ainda com assistentes de subida – que, em caso de parada total, freiam a picape automaticamente até a retomada – e de descida, que enfrentam declives sem que o motorista precise acionar os freios, mantendo uma velocidade média de até 30 km/h. Outro grande aliado do produtor é o sistema de alívio de peso da tampa da caçamba, que diminui o esforço para carregar a picape.

Este conteúdo é patrocinado por Volkswagen.
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