Uma oferta urbano-rural

9 de setembro de 2018 2 mins. de leitura
Agronegócio traçou plano para o País ser campeão de segurança alimentar até 2030 O artigo publicado no Estadão pelo ex- ministro Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, fala sobre o Plano de Estado apresentado aos candidatos à Presidência da República por lideranças de entidades do campo e da Cidade. De um […]

Agronegócio traçou plano para o País ser campeão de segurança alimentar até 2030

O artigo publicado no Estadão pelo ex- ministro Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, fala sobre o Plano de Estado apresentado aos candidatos à Presidência da República por lideranças de entidades do campo e da Cidade. De um lado a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com seu amplo conselho de representantes do agro; de outro lado, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), a defesa da indústria. O Plano traz a proposta de transformar o Brasil no campeão mundial da segurança alimentar até 2030 e parte da premissa, enunciada este ano pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que se baseou em estudos anteriores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e FAO, braço agrícola da Organização das Nações Unidas (ONU), de que a oferta mundial de alimentos precisa crescer 20% em dez anos para que haja segurança alimentar global; e para que o mundo experimente esse aumento, o Brasil tem que ampliar sua oferta em 41%. O foco não está apenas no agronegócio, o Plano também  aborda as reformas essenciais (da Previdência, Tributária e Política) para gerar estabilidade fiscal e arrumar as contas públicas. “Em outras palavras, este Plano é uma oferta urbano-rural para os futuros governos brasileiros liderarem uma proposta de interesse universal, dando um rumo em direção à Paz”, diz Rodrigues.    
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