Jacto quer crescer 43% até 2023

31 de janeiro de 2019 2 mins. de leitura
A fabricante de máquinas e equipamentos agrícolas com sede em Pompeia (SP) planeja criar novas linhas de produtos e ampliar mercado no Brasil e no exterior
Jacto quer aumentar portfólio de produtos, abrir novos mercados e avançar no exterior
A fabricante de implementos agrícolas Jacto, de Pompeia (SP), tem planos arrojados para fazer frente às concorrentes multinacionais. “Ao completar 70 anos, em 2018, refletimos sobre os desafios que deveríamos nos propor para chegar aos 100 anos, e surgiu a ideia de dobrar o patrimônio”, diz o presidente da companhia, Fernando Gonçalves. “Significa criar linhas de produtos, entrar em novos mercados e avançar no exterior.” Após ver sua receita líquida crescer 20% no último ano, para R$ 1,469 bilhão, a meta é turbinar o resultado em 43% até 2023 e chegar a R$ 2,1 bilhões. “Somos uma das cinco marcas de máquinas agrícolas do mercado e as outras quatro são multinacionais. É um desafio”, diz ele. » Aqui… Para 2019, o otimismo ainda é controlado, em razão de perdas em lavouras de soja, da incerteza sobre os efeitos da guerra comercial entre Estados Unidos e China e do provável esgotamento dos recursos do Moderfrota antes do fim da safra, em junho. A previsão para o ano, por ora, é de receita apenas 5% maior. “O resultado de 2018 foi muito bom, então repetir o desempenho e crescer um pouco seria bom também”, diz Gonçalves. A empresa desenvolveu adubadoras para grãos e produtos com tecnologias de agricultura de precisão, com foco também em pequenos produtor. » …E acolá. A expansão no mercado internacional é outro objetivo da Jacto. A receita com as vendas externas representa hoje 25% do faturamento total – cerca de R$ 360 milhões – e o plano é elevar o porcentual para 30% a 35% em três anos. Isso significaria exportar 50% mais. “Estamos trabalhando forte para aumentar nossa presença na África e no Leste Europeu, com produtos específicos para essas regiões”, afirma. Fonte: Broadcast | Agro
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