‘Google do Agro’ aterrissa no Brasil

27 de março de 2019 2 mins. de leitura
Empresa já oferece no País o tratamento biológico de sementes com micróbios, com ajuda de inteligência artificial
Nos Estados Unidos, Indigo consegue aumentar a produção até 10%
Tecnologia e agronegócio andam de mãos dadas há décadas no Brasil. Inteligência artificial (IA), big data, geolocalização e algoritmos tornaram-se tão comuns que é praticamente impossível falar em genética, análise de solo, defensivos ou fertilizantes sem usar essas ferramentas. Com centenas de startups na área, o que não havia ainda no Brasil, era a presença de uma empresa que unisse diversas tecnologias de ponta, ao mesmo tempo. Não havia. A startup americana Indigo está desde o início do ano oferecendo seus serviços no Brasil – e chega com vontade. Do desenvolvimento da lavoura, à plataformas de comercialização e contratos com blockchain e logística, ela é conhecida como o ‘Google do Agro’. Nem todos os produtos e serviços virão para o Brasil num primeiro momento, mas os tentáculos da empresa começam a se espalhar. Fundada em 2014, ainda sob o nome de Symbiota, a Indigo é um dos primeiros unicórnios das agritechs (startups do agronegócio). Hoje, a startup está avaliada em US$ 3,5 bilhões. É uma das poucas empresas do setor que alcançaram a marca e permanecem independentes – a primeira companhia a alcançar tal status foi a Climate Corporation, comprada pela Monsanto em 2013 por US$ 1,1 bilhão. Confira a íntegra de Bruno Romani para o Estado.
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