Os transgênicos 20 anos depois

2 de setembro de 2018 2 mins. de leitura
Polêmica persiste na opinião pública, enquanto adesão é de 92% no cultivo de soja e de 94% no de algodão Quase 100% da produção brasileira de soja, milho e algodão é hoje transgênica, 20 anos depois de a tecnologia ser aprovada no País. São 53 milhões de hectares plantados, o equivalente a duas vezes o […]

Polêmica persiste na opinião pública, enquanto adesão é de 92% no cultivo de soja e de 94% no de algodão

Quase 100% da produção brasileira de soja, milho e algodão é hoje transgênica, 20 anos depois de a tecnologia ser aprovada no País. São 53 milhões de hectares plantados, o equivalente a duas vezes o Estado de São Paulo, relata Herton Escobar. Novas tecnologias, que fazem apenas modificações pontuais nos genomas, prometem ampliar o cardápio de plantas geneticamente modificadas disponíveis para o consumidor. Quando era presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), no fim dos anos 1990, Luiz Antonio Barreto de Castro costumava dizer aos críticos da soja transgênica que o abordavam em audiências públicas e nas reuniões do colegiado em Brasília: “Está aqui meu RG; se alguém passar mal comendo essa soja, eu quero ser preso”, conta o pesquisador, um dos pioneiros da biotecnologia no Brasil. “Estou solto até hoje.” A soja transgênica Roundup Ready (RR), da Monsanto, foi aprovada por unanimidade pela CTNBio em setembro de 1998, sob fortes críticas de entidades ambientalistas e de defesa do consumidor. Vinte anos depois, as polêmicas que cercam os alimentos geneticamente modificados persistem na opinião pública, mas não no campo. Quase 100% da produção brasileira de soja, milho e algodão agora é transgênica, com 53 milhões de hectares plantados – uma área equivalente a duas vezes o Estado de São Paulo. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.  
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