Agronegócio reúne 70 deputados na maior bancada da Alesp

14 de maio de 2019 2 mins. de leitura
Setor é visto por produtores e representantes de entidades de classe como subrepresentado no Legislativo
O deputado estadual Itamar Borges (MDB), presidente da SP-Agro Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Assim como ocorre em Brasília, o agronegócio conseguiu reunir na Assembleia Legislativa de São Paulo representantes de partidos de esquerda e direita na maior frente parlamentar criada na Casa desde o início da atual legislatura, em 15 de março. De lá pra cá, a SP-Agro já agrupou 70 deputados– 75% do total. O objetivo é defender os interesses do setor que movimentou R$ 267,9 bilhões apenas no ano de 2017 em São Paulo e é visto por produtores rurais, representantes de entidades de classe e parlamentares como uma área subrepresentada no Legislativo paulista. A SP-Agro tem representantes de 22 dos 24 partidos – ninguém do PSLou do PSOLentrou no grupo. Os assuntos definidos como prioritários foram segurança no campo, defesa sanitária, seguro rural, tributação, incentivo à inovação e valorização das instituições de pesquisa e ensino, explica o deputado Itamar Borges (MDB), líder da SP-Agro. A reforma da Previdência também está no radar. “A frente vem para propor melhorias e aperfeiçoamentos nas legislações que nascerem”, diz. Hoje, há 72 projetos que impactam o agronegócio na Alesp. Entre eles, um que proíbe a criação de animais em confinamento. “Se proibir, acaba com a avicultura, com a suinocultura, com a pecuária”, diz Borges. Confira a íntegra da matéria de Paulo Beraldo e Emilly Behnke para o Estado.  
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